Se ainda tem Bolsa Familia isso se deve graças aos esforços do ex presidente Lula.  O programa foi criado a partir da fusão de quatro programas existentes: Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Cartão Alimentação, Auxílio-Gás e – em 2006 – do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI).

Seu objetivo era “melhorar a eficiência e a coerência da rede de segurança social e aumentar a assistência para oferecer cobertura universal dos pobres do Brasil”.

Os principais objetivos da Bolsa Família em 2020 serão:

Reduzir a pobreza e a desigualdade, proporcionando um nível mínimo de rendimento às famílias extremamente pobres.

Quebrar o ciclo da pobreza condicionando as transferências de rendimentos.

Elemento Condicional

O elemento condicional é que as famílias recebem o dinheiro apenas se elas aderirem às principais responsabilidades, tais como levar seus filhos ao médico sempre que a necessidade surge e garantir que eles frequentem a escola. Pretende quebrar o ciclo da pobreza obrigando os beneficiários a investir no capital humano.
Capacitar os beneficiários das PBF ligando-os a serviços complementares, como programas de formação e assistência social.

As famílias elegíveis para o Programa Bolsa Família recebem uma transferência mensal de rendimentos com base no rendimento e na composição das suas famílias. No momento de sua criação, em 2003, “as famílias per capita renda mensal de até R$70 [foram] o direito a uma corrigido do agregado familiar de transferência de R$ 70 além de uma quantidade adicional de R$ 32 para cada criança de até quinze anos de idade, até um máximo de cinco, e um montante adicional de R$ 38 para cada jovem com idade de dezesseis a dezessete anos, para um máximo de dois.

O montante máximo dos benefícios para as famílias em situação de pobreza extrema [era], por conseguinte, 242. “As condicionalidades associadas a estas transferências incluem a frequência escolar de adolescentes, a imunização de crianças, a monitorização pré-natal de mulheres grávidas e a educação de correção para crianças e para aqueles em risco de serem atraídos para o trabalho infantil.

As administrações locais recolhem os dados sobre elegibilidade e conformidade, mas os pagamentos são feitos pelo governo federal. “Cada beneficiário recebe um cartão de débito que é cobrado todos os meses, a menos que o beneficiário não tenha cumprido as condições necessárias, caso em que (e após um par de avisos) o pagamento é suspenso.”